A perspectiva de agravamento da crise fiscal e o horizonte político de 2022, ano de eleição presidencial, aumentam os temores associados ao chamado ‘risco Brasil’, que pode impactar na cotação do dólar.
Hoje em patamar considerado elevado, o valor da moeda americana costuma registrar flutuações mais acentuadas em períodos de incertezas, como aqueles que antecedem a escolha de um novo chefe de Estado.
“Toda vez que o cenário político e econômico do país parece mais incerto, o mercado responde de forma negativa e há uma tendência de buscar o dólar, por ser uma moeda mais forte”, explica o analista da corretora Guide, Victor Beyruti.
Segundo ele, em ano eleitoral, eventos que estimulem esse movimento são mais frequentes, porque está todo mundo de olho no que os candidatos fazem”.




