Se o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo acatar o pedido do procurador-geral de Justiça do Estado, Gianpaolo Paggio Smanio, a administração do prefeito Gilson de Souza (DEM) poderá ser esvaziada de servidores que ocupam os chamados cargos de confiança.
O procurador entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade, no Tribunal de Justiça, contra 225 cargos comissionados da Prefeitura de Franca de um total de aproximadamente 300.
O promotor quer que sejam invalidados esses cargos, criados pela Lei Complementar 287/2017, de autoria do prefeito Gilson. Na ADIN, o procurador alega que os 225 cargos devem ser impugnados, por estarem preenchidos com funcionários comissionados, o que seria inconstitucional.
“Tais cargos, na realidade, possuem natureza meramente técnica, burocrática, operacional e profissional e para os quais cabe exigir tão somente o dever comum de lealdade às instituições públicas, necessárias a todo e qualquer servidor.




