Decreto municipal permitiu a reabertura de serviços considerados não essenciais em Franca
O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Luiz Sarrubbo, ajuizou na última quarta-feira (10) uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) contra a Prefeitura de Franca por liberar o funcionamento de salões de beleza, shoppings e academias na fase vermelha do Plano São Paulo.
Segundo o site G1, ele pede a anulação das leis e decreto municipais que reclassificaram essas atividades como essenciais e que contrariam o entendimento mais restrito do estado.
Em nota, a Prefeitura de Franca informou que aguarda notificação da Justiça.
Comerciantes desses setores reabriram na quarta-feira, depois que o prefeito Alexandre Ferreira (MDB) decretou a abertura de serviços considerados não essenciais e sancionou uma lei, aprovada pela Câmara, que tornou essenciais comércio, shoppings, salões de beleza, bares e restaurantes.




