
O Ministério Público Federal pediu que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) passe a coibir a cobrança por bagagens de mão por parte das companhias aéreas.
Para os procuradores, a medida, adotada por parte das empresas, é um método ‘coercitivo e desleal’. Eles deram 10 dias para que a Anac responda.
Por que houve esse pedido? A recomendação do Ministério Público Federal toma como base notícias de que parte das empresas teria decidido limitar a bagagem de mão franqueada de até 10 kg apenas àquelas que puderem ser colocadas abaixo das poltronas dos passageiros.




