
A pouco menos de um mês do início do ano letivo, professores da rede pública de São Paulo ameaçam entrar em greve para evitar o retorno presencial às escolas.
No sindicato dos docentes da rede estadual, a Apeoesp, a posição é de não retorno até que a categoria seja vacinada contra a Covid-19.
O governo do Estado já definiu que a volta às aulas será no dia 4 de fevereiro e terá obrigatoriamente carga horária presencial, com rodízio de alunos, segundo pontua a repórter Ângela Pinho, da Folhapress.
O fechamento prolongado tem colocado o Brasil na contramão do que ocorre em países da Europa e da Ásia e em estados dos EUA, que reabriram os colégios em algum momento após o início da pandemia.




