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Profissional de fisioterapia pode ser fundamental na educação infantil

Ele ajuda prevenir desequilíbrios motores, principalmente nas crianças com deficiência. Saiba mais

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​A infância é um dos períodos mais importantes da vida do ser humano. É nessa fase que a criança precisa de maior atenção, para que possa crescer e se desenvolver com saúde. Carinho, afeto e estimulação adequados são indispensáveis para formação de um novo ser, e a família é a grande responsável por isso.

Além da família, as instituições de ensino também são de grande auxílio para a formação e educação de uma criança. Por isso, as escolas devem ter um profissional responsável técnico pela área pedagógica e um profissional responsável pela área da saúde. 

 Os profissionais da saúde devem dar atenção especial ao ambiente escolar para prevenir futuros desequilíbrios motores. Uma criança sem orientação pode adquirir vícios de postura ao manusear materiais escolares e ao realizar as atividades do dia a dia.

A fisioterapia atuou e atua diretamente no ambiente escolar, de maneira a incorporar no programa educacional formal da escola conteúdos teórico básico e atividades práticas voltadas à prevenção dos distúrbios mais freqüentes na infância.

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Na educação infantil, a fisioterapia tem como objetivo orientar, avaliar, diagnosticar precocemente e prevenir possíveis alterações posturais e respiratórias, além de prevenir a saúde envolvendo os aspectos sociais e patologias corporais, como também avaliar e acompanhar o desenvolvimento integral da criança, trazendo melhorias na qualidade de vida e no hábito postural, a fim de proporcionar maior promoção e atenção em saúde na escola.

A fisioterapia infantil atua em diversas áreas terapêuticas, reabilitando crianças que apresentam doenças que comprometem o sistema musculoesquelético. Atuam na recuperação de doenças respiratórias, traumas e cirurgias ortopédicas, doenças reumáticas, doenças neurológicas e outros quadros que possam prejudicar o desempenho motor e físico da criança.

Pesquisas mostram a importância da participação direta de um fisioterapeuta em escolas regulares que realizam inclusão de alunos com deficiência física, especificamente nas possibilidades de contribuição deste profissional nas brincadeiras que envolvam atividades motoras no ambiente escolar.

Tais atividades propiciam condições favoráveis ao pleno desenvolvimento social e das habilidades psicomotoras e cognitivas das mesmas.

 Sem perder o foco na Proposta Pedagógica da Escola, o profissional da área de Fisioterapia devera estimular a capacidade física do aluno estreitando os laços entre ele, os pais e professores, buscando assim melhorar a qualidade de vida do educando.

 

Cesar Colleti

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