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Projeto de lei prejudica Buser e outras plataformas de passagens de ônibus

O projeto coloca em risco 180 mil empregos e cancela o funcionamento de 15 mil linhas que foram criadas após a abertura do mercado

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Projeto passa a exigir que empresas que operam o transporte rodoviário de passageiros tenham capital social  de R$ 2 milhões.

Plataformas de transporte rodoviário como Buser, Flixbus e 4Bus estão ameaçadas pelo projeto de lei 3819/2020, que entrou na pauta de votação da Câmara dos Deputados desta semana.

De autoria do senador Marcos Rogério, de Rondônia, o projeto restringe autorizações dadas para empresas operarem o transporte rodoviário de passageiros.

Um dos trechos do projeto suspende as autorizações dadas entre 30 de outubro de 2019 e a data de publicação da lei, inviabilizando a atuação dessas plataformas de transporte rodoviário de passageiros.

O projeto passa a exigir que empresas que operam o transporte rodoviário de passageiros tenham capital social  mínimo de R$ 2 milhões.

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180 mil empregos

Para Juliana Natrielli Ribeiro, diretora de relações governamentais da Buser, o projeto prejudica as plataformas e os consumidores à medida que 480 cidades podem deixar de ser atendidas pelo transporte rodoviário de passageiros.

“Estamos alertando que esse projeto tem efeitos mais nocivos que o fechamento do mercado. 30 disse a executiva da Buser.

“É preciso atuar contra as grandes e antigas empresas que prestam um serviço ruim e caro, por isso estamos fazendo um corpo a corpo com os parlamentares para evitarmos um apagão rodoviário”.

(Com  informações do portal 6 Minutos e Agência Senado)