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Projeto do SESC para Franca continua no aguardo de aval do prefeito Gilson de Souza

Direção do SESC precisa que o prefeito concorde com os prazos estabelecidos para iniciar a obra em Franca

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A área doada pela Prefeitura de Franca para a construção do SESC na cidade está localizada em área nobre, no Bairro São José, próxima ao estádio “José Lancha Filho”, o Lanchão. 

Merecido para um investimento de aproximadamente R$ 150 milhões.

O problema é que o SESC atrasou o cronograma inicial das obras, por conta dos trâmites burocráticos pertinentes a um projeto tão grande e aos trâmites internos do SESC. 

Tudo foi devidamente explicado, via ofício, à Prefeitura de Franca, juntamente com um pedido de aceite das justificativas.

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A obra está condicionada a esta concordância do poder público, uma vez que seria arriscado e sem segurança plena jurídica dar início sem estar tudo devidamente oficializado e acertado entre o SESC e a Prefeitura.

Porém, nos bastidores, há uma versão de que a Prefeitura teria outros planos para aquele espaço, que seria a construção de imóveis, por meio de PPP – Parceria Público Privada – que seria firmada com uma construtora de Ribeirão Preto. 

A revelação parte de fontes ligadas diretamente ao prefeito Gilson de Souza.

Mas os planos podem ser frustrados pela pressão exercida pelo próprio SESC, que já apresentou seu projeto aos vereadores em São Paulo, na Câmara e em audiência pública, e também pelo Legislativo, que cobra um posicionamento do município.​

O vereador Kaká (PSDB) disse que o SESC, que pretende investir R$ 150 milhões na construção de uma unidade na cidade, não pode ser ignorado.

Kaká questionou a secretária de Desenvolvimento, Flávia Lancha, e ela afirmou que “as solicitações realizadas pelo SESC estão em trâmite interno na Prefeitura Municipal para fornecer informações pertinentes para decisão do Gabinete do Prefeito Municipal acerca da matéria”.

O vereador afirmou que tais atrasos são relativamente comuns, assim como a flexibilidade da Prefeitura quanto a ele. 

“Por ser uma obra de grande porte, pode haver atrasos sim, como houve em Jundiaí e Sorocaba, onde os prefeitos tiveram a compreensão de entender isso. Hoje elas contam com todos os serviços do SESC e Franca também tem que ser beneficiada”, disse Kaká.

A unidade de Franca, segundo o vereador, custará perto de R$ 150 milhões e vai gerar empregos diretos a 200 pessoas.

“O SESC aguarda apenas a manifestação oficial da Prefeitura para iniciar as obras, que deverão ser concluídas até novembro de 2020. Sem esse aval do poder público, não há como a construção ser iniciada”, afirmou.​

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região