Pessoas que acompanham a política francana e transitam pelo gabinete do prefeito Gilson de Souza (DEM) afirmam que o projeto de lei enviado por ele ao Legislativo tem duas motivações principais: 1) realocar a advogada Marcela Francisco, de sua confiança, ao poder decisório da Procuradoria Jurídica, e 2) com isso exercer uma espécie de controle sobre os procuradores.
Seria um tipo de retaliação aos procuradores municipais, que depuseram na semana passada à Comissão Processante que avalia a possibilidade de cassação de Gilson pela Câmara.
O subprocurador Eduardo Campanaro fez declarações fortes, que apontam inclusive para uma suposta prevaricação do prefeito.
Campanaro afirmou ter levado ao prefeito uma suposta situação de propina envolvendo um vereador e uma construtora, após ser procurado pelo vereador Ilton Ferreira (DEM), que lhe denunciou a situação.




