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Projetos dos candidatos a eleição do Parlamento Juvenil estão disponíveis

Eleições começam em 30 de outubro; processo elegerá 27 representantes dos estados da federação

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​Os perfis e projetos dos candidatos que participarão da eleição para representar os 27 estados da federação no Parlamento Juvenil do Mercosul (PJM) estão disponíveis para consulta pública. O processo eleitoral será realizado online, com início em 30 de outubro e término em 5 de novembro.

Participam da disputa os estudantes do Ensino Médio de todo o país que lançaram candidatura. No Estado de São Paulo, apenas 3 estudantes estão na final. Durante o processo eleitoral, o jovem pode promover sua candidatura por meio de vídeos e postagens em suas redes sociais, utilizando a Hashtag EleiçãoPJMBrasil2016.

O processo vai eleger os 27 estudantes que representarão os estados da federação no programa, com candidatura vigente até 2018. Durante esse período, os estudantes participam ativamente do processo de elaboração e divulgação da Declaração do Parlamento Juvenil, documento produzido pelo coletivo do PJM, composto pelos parlamentares juvenis de todos os países-membros e associados.

O resultado será divulgado em 10 de novembro.

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Confira a relação dos candidatos por Estado: http://pjm.mec.gov.br/index.php#ancora

Após a eleição, os jovens serão convocados para um curso de formação e receberão orientações sobre o papel do parlamentar juvenil. Durante o curso, serão elaborados o Plano de Trabalho Nacional e uma carta de recomendações referente à temática do PJM – “O ensino médio que queremos”.

As datas, locais e cronograma do curso de formação serão definidos e divulgados posteriormente. Os custos para a participação dos jovens serão subsidiados pelo Ministério, exceto o traslado da cidade de origem até o aeroporto.

O Parlamento Juvenil do Mercosul

A ideia é fazer com que esses jovens atuem como protagonistas dentro da escola. O desafio é a elaboração de um projeto que contemple temas como integração regional, inclusão educativa, gênero, jovem e trabalho, direitos humanos ou participação cidadã.

O jovem vai procurar analisar e levantar situações no ambiente escolar onde ele pode intervir, reunindo informações disponíveis e consultando colegas e professores, toda a comunidade escolar. Ao fazê-lo, de forma democrática, esse jovem vai adquirir mais confiança em si e na sua capacidade de intervir construtivamente em seu entorno social, garantindo que os jovens tenham voz dentro da sua própria escola.

No total, serão classificados 27 candidatos. Para concorrer a uma vaga, o estudante precisa elaborar um projeto e encaminhá-lo à unidade regional da Secretaria de Educação ou a uma Instituição da Rede Federal de Educação Tecnológica, juntamente com os demais documentos exigidos. O processo tem duas etapas, até que os selecionados integrem o grupo dos representantes de todos os países-membros e associados do MERCOSUL. Em seguida, a tarefa será a criação de um documento que aborde o tema: o Ensino Médio que Queremos.

Eles elaboram, então, propostas e recomendações que serão entregues, depois de elaboradas, para os ministros de educação dos seus países, uma reunião de ministros do Mercosul. Além de ser entregue também ao Parlasul, que é o parlamento do Mercosul, onde tem representação também dos parlamentares de todos os países. Esse documento, ele serve para que os governantes tenham um olhar do que requer a juventude pra educação nos países do Mercosul.

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