
As filas em frente às agências da Caixa Econômica Federal se tornaram um problema para a instituição.
Em plena pandemia do coronavírus, em que a principal recomendação é ficar em casa e manter distância das pessoas, milhares de desempregados, autônomos e informais estão dormindo na frente do banco na tentativa de conseguir sacar o auxílio emergencial de R$ 600. Ou seja, estão fora de casa e no meio de uma aglomeração, sujeitas a se contaminarem.
E o auxílio, que tem um caráter de ajuda emergencial, demora semanas para ser analisado. Em milhares de casos, a pessoa fica sem saber por que tanta espera.




