Um empresário e uma pessoa jurídica dedicada ao comércio de materiais de construção envolvidos com a venda de terrenos em loteamento clandestino situado em Patrocínio Paulista foram impedidos, a pedido do MPSP, de exercer qualquer atividade relacionada ao parcelamento irregular de imóveis rurais ou urbanos.
Eles não podem comercializar, intermediar ou alienar a terceiros esses bens, sob pena de interdição judicial da atividade empresarial para garantia da ordem pública.
Também acatando solicitação feita pelo promotor Tulio Vinicius Rosa nos autos para aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, o Judiciário determinou especialização de hipoteca legal no valor de R$ 1.134.000,00 a recair sobre dois imóveis que vêm sendo ilegitimamente fracionados e vendidos.
O objetivo é garantir recursos para pagar as vítimas e viabilizar o ressarcimento pelos danos causados.




