O Ministério Público abriu inquérito civil para investigar irregularidades na audiência pública de prestação do 2º quadrimestre deste ano, realizada no dia 27 de novembro, na Câmara dos Vereadores.
O promotor Paulo César Corrêa Borges fez questionamentos sobre o descumprimento da Lei 8705/2018, que determina uma prestação de contas feita em linguagem que a população entenda.
Mas, no caso, a Prefeitura foi além de não se manifestar com clareza: simplesmente alegou não ter condições técnicas para detalhar suas despesas com diversos itens, como valores recolhidos de FGTS e INSS.
Paulo Borges deu dez dias para que o prefeito Gilson de Souza (DEM) e sua secretária de Finanças, Tânia Bertholino, explique o descumprimento da legislação municipal.




