Massacrado em redes sociais por pegar remédios a um casal de pessoas que lhe pediu ajuda, o vereador Aureliano da Silva Lima, conhecido por Arrozinho, passou por momentos terríveis até se livrar das acusações após análise processual do caso junto à Câmara Municipal e Ministério Público.
Nessa semana o político recebeu parecer de seu advogado afirmando que o inquérito civil que estava em tramitação junto ao Ministério Público de Franca (setor de Justiça da Cidadania) foi arquivado pelo promotor Christiano Augusto Corrales de Andrade.
De acordo com o MP, foi aberto o procedimento investigativo para apurar eventual falta de respeito na fila de dispensação de medicamento em Unidade Básica de Saúde (Jardim Santa Clara), para benefícios de terceiros.
Nas denúncias que circularam em redes sociais e até mesmo em determinados veículos de comunicação da cidade, o vereador Arrozinho não teria obedecido a ordem da fila formada no balcão da UBS para recebimento de medicamento com intuito de beneficiar terceiros.




