
O promotor de Justiça Paulo Borges instaurou um procedimento preparatório de inquérito civil público contra o vereador José Correa Neves Júnior.
Na notificação enviada ao vereador e à Câmara Municipal o promotor questiona a razão do vereador ter lançado extemporaneamente, inclusive com rasura de data, uma ressalva no parecer, depois da assinatura dos outros vereadores e depois do parecer ter sido lido na sessão do plenário que decidia sobre se cabia ou não à Câmara de Vereadores autorizar o prefeito a prorrogar o contrato de concessão do transporte coletivo urbano em Franca.
De posse de documentos contraditórios em mãos, o promotor Paulo Borges questiona ainda a ressalva e o fato de não ter sido lido no plenário quando da votação do projeto.




