Uma das propostas do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para baixar o preço da gasolina no país pode resultar em demissões de frentistas. A categoria é composta de 500 mil trabalhadores no país.
A autarquia divulgou um estudo com nove medidas para baratear o custo do combustível. Entre elas, a implantação de postos de autoatendimento – quando o próprio cliente abastece o veículo. Para o conselho, dono do posto teria redução de encargos trabalhistas, com consequente queda do preço final ao consumidor.
“Essa alternativa é absurda. A Lei 9.956/2000 proíbe o funcionamento de bombas de auto-serviço em todo país e aplica multas. Quem quiser ir contra, vai ter que entrar com projeto de lei no Congresso para revogá-la”, disse o presidente do Sindicato de Frentistas Nacional e do Rio, Eusébio Luis Pinto Neto.
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