A política nacional pode sofrer uma reviravolta nas próximas eleições presidenciais. Geraldo Alckmin, um dos tucanos mais influentes do país, quer ser presidente da República, nas eleições de 2018. Já tentou uma vez, e acabou derrotado. Para tanto, enfrenta a concorrência de seus colegas de partido, os senadores por São Paulo, José Serra, e o favorito, o mineiro Aécio Neves.
Uma solução já está sendo costurada nos bastidores e pode culminar com a ida de Geraldo para o PSB, partido de seu vice, Márcio França, para evitar uma provável derrota nas prévias – se elas houverem. Também não será surpresa de Serra “voltar para casa” e se filiar ao PMDB, disputando o mesmo cargo. A torcida do PT para que isso ocorra é grande, pois com a divisão de votos entre seus rivais ficaria mais fácil se manter no poder.
Se Alckmin se candidatar, Márcio França tentará ser o próximo governador de São Paulo, com apoio irrestrito do atual ocupante do cargo. Seria uma forma do PSB se consolidar entre as principais forças políticas do Estado.
Já no âmbito municipal, cujas eleições acontecerão em outubro próximo, o que está definido é que o partido terá candidatura própria, mesmo estando hoje seus vereadores entre os mais fieis apoiadores do prefeito tucano Alexandre Ferreira. Luiz Vergara é o líder do governo na Câmara e Cordeiro um dos defensores mais convictos de sua administração.




