O serviço de ambulância conta com protocolo para cada tipo de atendimento (Foto: Thiago Cordeiro)
Nem sempre ambulância é sinônimo de pressa, sirene e luzes piscando. Em muitas ocorrências, a estratégia que garante a vida do paciente é justamente ir devagar e até sem alarme sonoro.
Casos de fratura na coluna ilustram bem a situação: qualquer solavanco durante o trajeto pode causar sequelas irreversíveis. O mesmo ocorre em casos de choque emocional ou hipovolêmico, quando a sirene e a condução acelerada podem intensificar o quadro.
“Cada deslocamento é decidido pela equipe, conforme o risco clínico. A velocidade só faz sentido se for segura para o paciente”, explica Thiago Cordeiro, coordenador da Central de Regulação de Urgências da SMB Gestão em Saúde, operadora do SAMU em diversas regiões do Paraná.
Ele explica que, nas situações em que o atendimento deve ser ágil, porém sem estímulos sonoros, só as luzes do giroflex são ligadas.




