Em um Brasil que envelhece rapidamente e registra aumento no número de idosos vivendo sozinhos, os animais de estimação têm assumido um papel que vai além do afeto: tornam-se aliados na saúde mental e na reconexão social.
Segundo a psicóloga Danny Silva, cães e gatos ajudam a reduzir o isolamento, estimulam a rotina e favorecem a retomada gradual do convívio social.
Dados do IBGE apontam crescimento significativo no número de idosos que moram sozinhos na última década — cenário associado ao avanço de quadros de solidão, depressão e ansiedade. Nesse contexto, especialistas destacam os pets como importantes mediadores emocionais e sociais.
Quando o pet vira elo com o mundo




