
A crise financeira enfrentada por prefeituras de todo o Brasil também é um grande problema para a administração municipal do prefeito Juliano Diogo Pereira (PSD).
Além de uma dívida herdada pela administração, na qual, o prefeito já quitou cerca de R$ 2 mi (dois milhões de reais) deixadas pela administração 2009/2012.
Dentro dessas quitações, estão prestações de máquinas, recapeamento da cidade, dívidas trabalhistas com o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e parcelamentos de contas de energia elétrica da cidade, junto a CEMIG estão sendo quitadas todos os meses.
Já a queda na arrecadação do município chega a incrível marca de R$ 6,5 milhões do orçamento previsto pela Prefeitura, na soma dos anos de 2013 à 2015. As somas dos déficits da Prefeitura chegam a quase R$ 9 mi (nove milhões de reais).
O município, que conta com uma população de 4.542 (quatro mil, quinhentos e quarenta e dois) moradores, perdeu somente em 2013, o valor de R$ 1.464 mi (um milhão, quatrocentos e sessenta e quatro mil reais). Arrecadando R$ 11,4 mil (onze milhões e quatrocentos mil) o orçamento previa um valor de R$ 12,8 mi (doze milhões e oitocentos mil).
O ano de maior queda foi 2014, quando a Prefeitura teve um déficit de R$ 3,7 mi (três milhões e setecentos mil reais). Com previsão de R$ 15,7 mi (quinze milhões e setecentos mil reais), o município recebeu apenas R$ 12 mi (doze milhões de reais).
Em 2015, o valor deve ser próximo ao ano de 2013, com de cerca de R$ 1,5 mi (um milhão e quinhentos mil reais) de queda. Os valores estão disponíveis no site do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE/MG).
Por conta dessa queda, a Prefeitura de Claraval tem tomado diversas medidas para conter os gastos. Demissões, novo horário de atendimento entre outras estão na lista.



