Historicamente, analisando os dados desde 2011, a média de habilitações de condutores nas categorias C, D e E, crescia aproximadamente 300 mil por ano até 2015. Em dezembro de 2011, segundo o Denatran, eram 11.795.888 motoristas habilitados nestas categorias que permitem dirigir caminhão, van, ônibus e carreta.
Em dezembro de 2015, o número subiu para 13.156.723 , portanto, aumento de 1.360.835 motoristas com CNHs C, D ou E em apenas quatro anos.
Mas essa tendência de crescimento mudou em 2016, e hoje os condutores habilitados para dirigir veículos pesados são 11.556.474, menos do que em 2011. Já o número de habilitados nas categorias A e B (motos e carros) passou de 42.089.713,00, em dezembro de 2011, para 62.712.081,00. Vinte milhões a mais do que há 10 anos.

O que aconteceu com os motoristas das categorias C, D e E? Por que a partir de 2016 a queda no número de habilitados foi tão grande que, ao invés dos mais de 14 milhões que deveriam estar com a CNHs dessas categorias em 2019, considerando a tendência histórica, hoje são praticamente 2,5 milhões a menos?




