A Receita Federal entra em 2026 com um modelo de fiscalização mais integrado e automatizado. A ampliação do cruzamento de dados entre bases bancárias, registros imobiliários e declarações fiscais deve aumentar o número de notificações e retenção em malha fina, atingindo tanto pessoas físicas quanto jurídicas.
A mudança não está na criação de novos tributos, mas na capacidade de comparar, em tempo real, o que foi declarado com o que efetivamente circulou nas contas.
Segundo Debora Correa Rebellato, contadora e sócia da Contax Contabilidade e Planejamento Tributário, o contribuinte precisa entender que o nível de monitoramento evoluiu. “O sistema hoje identifica divergências automaticamente. Diferenças entre renda declarada e movimentação financeira podem gerar alerta imediato”, explica.
Aluguéis informais ficam mais expostos




