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Região de Franca tem saldo positivo de US$ 237 milhões nas exportações deste ano

Saldo da balança comercial (exportado e importado) teve crescimento de 3,3% neste ano

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou o saldo comercial por município do Estado de São Paulo referente aos 9 primeiros meses de 2016.

O Depecon e o Derex/Fiesp-Ciesp fizeram uso desta informação para elaborar uma análise do comércio exterior de cada uma das 39 Diretorias Regionais (DR) do Ciesp, entre as quais, a de Franca.

A Delegacia Regional da Fiesp/Ciesp em Franca teve os seguintes resultados de janeiro a setembro deste ano:

14ª no ranking do saldo

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25ª no ranking corrente

24ª em importação e

25ª em exportações.

No acumulado de nove meses de 2016, a Delegacia Regional de Franca registrou estes valores, em milhões de dólares:

US$ 519.662,502 em exportações

US$ 281.970,832 em importações

US$ 237.691.670 de saldo.

Ano passado

No acumulado de nove meses de 2015, a Delegacia Regional de Franca registrou estes valores, em milhões de dólares:

US$ 418.530,317 em exportações

US$ 188.419,048 em importações

US$ 230.111.269 de saldo.

Balança Comercial 2016

Exportações – 24.2%

Importações – 49.7%

Saldo – 3,3%.

Maior exportadora da Delegacia Regional de Franca

Guaíra – 61.2% em 2016

                 52.9% em 2015.

Maior importadora da Delegacia Regional de Franca

Ituverava – 71.4% em 2016

                      67,6% em 2015.

Pesquisa completa

Deve-se atentar para as diferenças de metodologia no cômputo das exportações por Unidade de Federação e Município.

 Segundo definição da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) para a Unidade da Federação, o critério para as exportações leva em conta o Estado produtor da mercadoria, independente de onde está localizada a empresa exportadora. No critério para as exportações por municípios leva-se em conta o Domicílio Fiscal da empresa exportadora, ou seja, os produtos contabilizados são de empresas com sede no município, independente de onde a mercadoria foi produzida.

No âmbito agregado1, o saldo da Balança Comercial do Estado de São Paulo foi superavitário em US$ 842,3 milhões no acumulado dos 9 primeiros meses de 2016.

As exportações somaram US$ 39,5 bilhões, registrando crescimento de 3,5% em relação ao mesmo período de 2015. Por sua vez, as importações acumularam US$ 38,7 bilhões, uma queda de 22,1% em relação ao acumulado de janeiro a setembro de 2015.

Para efeito de comparação, o saldo da Balança Comercial do Brasil nos 9 primeiros meses 2016 foi superavitário em US$ 36,2 bilhões, ante um superávit de US$ 10,3 bilhões no mesmo período em 2015. As exportações brasileiras atingiram US$ 139,4 bilhões no acumulado de janeiro a setembro de 2016, uma queda de 3,5% em relação ao mesmo período de 2015.

Já as importações acumularam US$ 103,2 bilhões, uma queda de 23,1% em relação ao acumulado de janeiro a setembro de 2015.

Das 39 Diretorias Regionais analisadas, as Diretorias Distritais de São Paulo obtiveram a 1ª colocação do Estado no volume de exportações, atingindo US$ 6,6 bilhões no acumulado de janeiro a setembro de 2016. Este valor representou um aumento de 22,2% em relação aos US$ 5,4 bilhões exportados no mesmo período de 2015.

Os pesos principais ficaram por conta das exportações de açúcar (27,2% da pauta) e de sementes e grãos (16,5%). A região também ficou em 1ª colocação no volume importado pelo Estado e totalizam US$ 7,0 bilhões, 20,6% menor que nos 9 primeiros meses de 2015. Os aparelhos e instrumentos mecânicos aparecem como destaque, respondendo por 11,3% da pauta importada, seguido por máquinas, aparelhos e materiais elétricos (10,8%).

 Com estes resultados, o saldo da balança comercial da DR de São Paulo foi o 7º maior déficit entre as diretorias. A balança comercial registrou no período com um saldo negativo de US$ 387,7 milhões.

Em segundo lugar no ranking de exportações ficou a DR de São José dos Campos, que alcançou US$ 4,7 bilhões no acumulado de janeiro a setembro de 2016, 5,3% superior ao acumulado no mesmo período de 2015, US$ 4,5 bilhões.

O principal responsável foram as aeronaves, com 59,2% da pauta exportadora da região. Esta mesma diretoria obteve o 3º lugar em volume de importações, com um total de US$ 3,2 bilhões, uma queda de 37,3% em relação ao importado no acumulado dos 9 primeiros meses de 2015. O setor de combustíveis foi responsável pelos desembarques do período (26,0% da pauta importadora).

Assim, o saldo da balança comercial da DR de São José dos Campos foi o 2º maior dentre as diretorias, com um superávit de US$ 1,5 bilhões, no acumulado de janeiro a setembro de 2015 apresentou um déficit de US$ 683,9 milhões.

A DR de Santos obteve o 3º lugar no ranking exportações, com um volume de US$ 2,8 bilhões nos 9 primeiros meses de 2016, 9,8% a mais do que foi exportado no mesmo período do ano anterior, US$ 2,6 bilhões.

O destaque foram as sementes e frutos (30,0% da pauta). Quanto às importações, a DR de Santos totalizou US$ 578,4 milhões nos 9 primeiros meses de 2016, um aumento de 0,8% em relação ao US$ 573,5 milhões importados no mesmo período de 2015.

O destaque foi a importação de combustíveis (54,1% da pauta). Esta diretoria teve o maior superávit da balança comercial de janeiro a setembro de 2016, com US$ 2,2 bilhões de saldo positivo, 12,3% a mais que o superávit do mesmo período do ano passado. 3

A DR de Campinas ficou em 2º lugar no ranking de importações com US$ 6,1 bilhões nos 9 primeiros meses de 2016, uma queda de 18,5% em relação ao mesmo período de 2015.

Os destaques das importações ficaram por conta de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (30,1% da pauta) e dos produtos químicos orgânicos (16,5%). Esta diretoria também teve o maior déficit comercial entre as regionais, com US$ 3,9 bilhões nos 9 primeiros meses de 2016.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região