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​Regularização Fundiária chega a três cidades e beneficia proprietários

Se o ocupante de um imóvel quisesse regularizá-lo por conta própria, pagaria cerca de 7 salários mínimos

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Prefeita Celinha, de São José com Secretário adjunto da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de SP, Luiz Madureira (Foto SJ)

Um importante projeto social desenvolvido pela Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do estado de SP chega á região de Franca (São José da Bela Vista, Patrocínio Paulista e Itirapuã) para resolver um problema que é recorrente: a falta de titularidade de posse de imóveis urbanos e rurais por parte de seus proprietários.

A não titularidade causa transtornos a eles e a falta de condições para a correta cobrança de impostos e taxas municipais por parte das Prefeituras. Mas o mais importante é que as pessoas que detém o direito sobre estas propriedades podem promover a regularização sem precisar pagar os altos custos de registro dos imóveis. 

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Convênios

O Secretário adjunto da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de SP, Luiz Madureira, recebeu a Prefeita de São José da Bela Vista, Celinha Ferracioli (PTB) para assinatura de protocolo de intenção com a Fundação Itesp  que tem por objetivo realizar o diagnóstico fundiário no município.

Os prefeitos de Itirapuã, Rui Gonçalves e de Patrocínio Paulista, Marcos Antônio Ferreira, com o diretor executivo do Itesp Instituto de Terras do Estado também assinaram protocolos de intenções para realização de diagnósticos fundiários.

As prefeituras indicarão as áreas. Esta é primeira vez que o Itesp atua nestas cidades. Os convênios se referem ao Programa Minha Terra de Regularização Fundiária Urbana e Rural.

Na execução dos trabalhos técnicos não há repasse financeiro. O Itesp colabora com recursos humanos e materiais calculados pela hora técnica de trabalho dos servidores e as prefeituras, com alimentação e alojamento para os trabalhadores. 

Se o ocupante de um imóvel quisesse regularizá-lo por conta própria, pagaria cerca de sete salários mínimos pelos honorários de um advogado e trabalhos técnicos. O beneficiário que recebe o título não paga nada. 

“Com parcerias bem-sucedidas como esta, o Estado de São Paulo potencializa as políticas sociais. A ação desenvolvida pelo Governo Alckmin, com o apoio das prefeituras, representa economia para os cofres públicos e garante segurança jurídica às famílias”, explicou o secretário da Justiça. 

Desde que foi iniciado, em 1995, o programa entregou 33.756 títulos de propriedade no Estado. O Minha Terra propicia segurança jurídica, uma vez que os imóveis regularizados ingressam no mercado formal, são valorizados e podem ser oferecidos como garantia para acesso a crédito.

“É uma ação social importante do Governo Alckmin e nós ficamos felizes por o Itesp atuar com a Justiça e as prefeituras em prol dos municípios e das famílias”, afirmou Pilla.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região