A acusação de um estupro coletivo que teria acontecido na Universidade de Virgínia deu uma reviravolta na última sexta-feira, 4. É que a revista americana “Rolling Stone” e uma de suas jornalistas foram declaradas culpadas por terem acusado erroneamente a Universidade de Virgínia de ocultar um estupro coletivo que na realidade nunca ocorreu.
Em novembro de 2014, a revista publicou um artigo titulado “Um estupro no campus”, que contava a história de uma jovem estudante que denunciava ter sido vítima de um estupro coletivo no local de uma fraternidade de estudantes.
A autora do artigo, Sabrina Rubin Erdely, informava que a estudante havia contactado responsáveis da universidade, mas que estes não haviam investigado as acusações. A jornalista questionava sobretudo a vice-decana dos estudantes, Nicole Eramo.
Após a publicação do artigo, uma investigação interna na universidade e uma investigação policial não permitiram encontrar qualquer elemento que corroborasse as acusações.




