Durante o primeiro semestre de 2018, as usinas hidrelétricas de Jaguara e Miranda geraram aproximadamente R$ 3 milhões a municípios e órgãos federais a título de compensação financeira pela utilização dos recursos hídricos. Deste montante, sete municípios, que são diretamente influenciados pelos reservatórios, receberam mais de R$ 2,1 milhões em royalties da Engie, empresa que opera as usinas.
Em São Paulo, os municípios contemplados receberam aproximadamente R$ 530 mil. O repasse foi dividido entre Rifaina, com R$ 476 mil, e Pedregulho, no valor de R$ 53 mil.
Os governos de estados onde se situam as usinas também têm direito aos benefícios. Até o momento, foram repassados mais de R$ 2,5 milhões para o Governo de Minas e mais de R$ 500 mil para o Governo de São Paulo. O montante total da soma desses repasses nos três níveis (nacional, estadual e municipal) ultrapassa os R$ 7,5 milhões.
A Engie adquiriu a concessão das usinas Jaguara e Miranda no fim de 2017. A usina de Miranda entrou em operação em maio de 1998, com três unidades geradoras cuja potência de instalação é de 408 MW. Seu reservatório apresenta um perímetro de 247 km e uma área de 52 km².
Já a hidrelétrica de Jaguara iniciou a operação em 1971. Atualmente, ela opera com quatro unidades geradoras, com potência instalada de 424 MW. O reservatório possui perímetro de 75 km e área de 33 km².
No Brasil, a Engie é a maior produtora privada de energia elétrica no País, operando uma capacidade instalada de 9.178,8 MW em 30 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do País.
O Grupo possui 90%de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no Nordeste e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira, da qual a Engie detém participação de 40%.



