São incontáveis as idas e vindas do prefeito Gilson de Souza (DEM) no comando de seu governo que começou em 2017 e ainda tem longos dois anos e meio para percorrer.
No que se refere aos cargos de confiança, nos quais qualquer administrador encontra o respaldo técnico necessário para realizar um governo sem traumas, Gilson já cometeu em 1 ano e meio de Governo, mas pecados do que a lógica política permite.
Aliás, nunca é demais lembrar que, já no meio da campanha política, quando surgiram os primeiros sinais de que ele poderia vencer as eleições de 2016, uma preocupação mais cristalina entre os observadores políticos era justamente a falta de “quadros” de qualidade para compor a administração, caso ele fosse o vencedor, o que acabou sendo.
Para piorar ainda mais, os poucos nomes que conseguiu aglutinar, assim mesmo com as credenciais de credibilidade e competência do ex-secretário de Finanças Sebastião Ananias, Gilson conseguiu danar tudo, atropelando competências e permitindo que pessoas totalmente despreparadas ingerissem em áreas eminentemente técnicas (estes são conhecidos como “turma do Gilson”, que o prefeito trouxe de suas amizades eternas).




