
O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou que a autoridade monetária estuda o fim dos juros rotativos do cartão de crédito para reduzir a inadimplência nas operações. A modalidade é a mais cara do mercado, com juros que chegaram a 437,3% ao ano em junho.
O crédito rotativo é oferecido ao consumidor quando ele não paga o valor total da fatura do cartão até o vencimento.
Segundo Campos Neto, em até 90 dias, o BC apresentará uma “solução para o problema”. Técnicos estudam encaminhar os devedores direto para o parcelamento da dívida, que teria taxas de juros menores, em torno de 9% ao mês — atualmente a média é de 15%.




