
A pílula anticoncepcional, que foi ícone de libertação dos anos 60, hoje é motivo de preocupação. Muito se discute sobre a segurança em seu uso frequente. Podem estar em forma de pílulas para uso oral, anel vaginal, injeções ou adesivos. Todos os métodos servem como solução para evitar a gravidez indesejada, e outros benefícios podem ser associados a seu uso, como controle de algumas doenças, desde que sigam orientação profissional adequada. Mas, junto com essa revolução, vem também uma série de dúvidas. De acordo com dados divulgados pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) cerca de 100 milhões de mulheres usam pílulas anticoncepcionais em todo o mundo. Mas mesmo tão popular, a pílula traz dúvidas sobre seus efeitos colaterais. Sabendo disso, Flávia Fairbanks, ginecologista do Hospital das Clínicas da USP e da Clínica FemCare, esclarece os mitos e verdades sobre o assunto.





