Apesar de ser um dos campos mais pesquisados da ciência, as demências causadas pelo declínio cognitivo ainda não têm cura e os tratamentos para retardar os sintomas não estão disponíveis para toda a população. Porém, algumas mudanças de estilo de vida podem ajudar a diminuir o ritmo da perda de funções.
Algumas das atividades mais conhecidas para desacelerar o declínio cognitivo são jogos que exigem memória e exercício do cérebro.
Xadrez, quebra-cabeça e palavras cruzadas são opções populares, e agora cientistas dos Estados Unidos descobriram qual deve ser a frequência mínima de prática para colher os benefícios cognitivos.
Segundo os pesquisadores das universidades do Sul do Mississippi, Texas A&M e Indiana, pessoas que têm mais de 50 anos e declínio cognitivo leve (DCL) conseguiram diminuir o desenvolvimento dos sintomas ao jogar, ler ou escrever pelo menos três vezes por semana.




