A Santa Casa de Franca deverá esperar a promessa do prefeito Gilson de Souza (DEM), de que pagará a primeira das três parcelas atrasadas até a próxima quarta-feira para a instituição, no valor de R$ 1,25 milhão, antes de iniciar cortes nos atendimentos à população de Franca.
Mas a entidade já avisou que a situação financeira é delicada e que, se os recursos que são enviados mensalmente pela Prefeitura não chegarem, os atendimentos vão parar.
Isso porque a entidade não está pagando regularmente os fornecedores e alguns materiais podem acabar. O primeiro setor a sofrer cortes poderá ser justamente o de urgência e emergência.
A Prefeitura não repassa o subsídio desde março. São três meses de atraso que estão comprometendo seriamente as finanças da instituição. Segundo a diretoria, parar os atendimentos não é uma opção no momento, mas falta de alternativas.




