A piscicultura é um importante setor
para economia nacional e, atualmente, é marcada pela grande quantidade de
criação de tilápias.
Segundo dados do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), a espécie chegou a movimentar R$ 1,335
bilhão em 2016. Diante disso, esses valores motivaram o Estado de São Paulo a
desenvolver e aprimorar estudos sobre os peixes.
Por meio da Agência Paulista de
Tecnologia do Agronegócios (APTA), vinculada à Secretaria de Estado de
Agricultura e Abastecimento, foi criado um sistema inovador de criação de tilápias.
O projeto consiste em um tanque de alumínio flutuante em garrafas pet com um
silo no centro. Com capacidade de armazenamento de 1,2 mil quilos de ração, o
protótipo libera em dosagem adequada o alimento 48 vezes por dia.
A ideia é estabelecer métodos
diferentes do que a piscicultores estão habituados. Dessa forma, é dispensada a
forma manual de alimentação da espécie, em que o funcionário despeja três a
quatro vezes por dia a ração nos tanques. “O novo sistema traz mais agilidade e
eficiência na alimentação das tilápias e redução dos custos de produção. É um
produto destinado aos grandes empreendimentos localizados, principalmente, em
barragens de hidrelétricas”, afirma Célia Maria Doria Frasca Scorvo,
pesquisadora da APTA que integra o projeto.




