Quando uma vida acaba, nem sempre é colocado um ponto final. A morte de alguém, por mais difícil que seja, muitas vezes é o renascimento para outras pessoas. Pensando nisso, a doação de órgãos se torna um importante gesto de solidariedade e de compaixão com vidas que estão à espera de um transplante. Só no Estado de São Paulo são mais de 15 mil pessoas na fila por uma doação.
No ano passado, a Central de Transplantes do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, completou 20 anos de existência e bateu a marca de 107 mil transplantes realizados. Hoje, esse número continua crescendo.
“A nossa maior conquista é ter um sistema estruturado para garantir todos os princípios e equidade com essas pessoas. Comemoramos também o aumento de 22% do número de doadores em 2017 em relação a 2016”, comenta a coordenadora da instituição, Marizete Medeiros.
O Estado de São Paulo responde atualmente por cerca de metade dos transplantes realizados em todo o país. Ainda em 2017, a Central registrou a realização de 2,2 mil transplantes simples, sendo eles de coração, pâncreas, fígado, pulmão e rim. A proposta, de acordo com a coordenadora, é de continuar aumentando ano a ano o número de doadores e, consequentemente, de transplantados.




