Um terço do secretariado municipal de Gilson de Souza (DEM) – quatro de um total de 12 – exerce a função como interino. Eles não estão, portanto, com bases sólidas de trabalho no instável governo no tocante à estabilidade no cargo dos integrantes de primeiro e segundo escalão.
A situação é grave e gera consequências para o próprio governo e também para a população, uma vez que os interinos não tem a mesma autonomia que o verdadeiro responsável pela pasta. Com isso, projetos e ações permanecem parados.
Estão nessa situação os secretários interinos Adriel Cunha, de Assuntos Estratégicos; Adriano Tosta, de Serviços e Meio Ambiente; Élson Boni, de Esportes, Arte e Cultura, e Cléber Freitas dos Reis, de Negócios Jurídicos.
Antes de assumirem as pastas interinamente, eles ocupavam cargos de diretor ou coordenador em suas respectivas áreas e conhecem, em tese, o rito de cada uma. Na prática, porém, podem assinar tudo que for de interesse da administração, mas não têm poder de ação.




