Hospitais, clínicas e unidades de saúde do estado de São Paulo são obrigados a direcionar uma funcionária como acompanhante das mulheres que passarem por procedimentos em que seja necessário algum tipo de sedação (total ou parcial).
A Lei nº 18.062/2024, publicada em 19 de dezembro no Diário Oficial do Estado, vale tanto para estabelecimentos públicos quanto privados e tem o objetivo de garantir a segurança das mulheres que estejam em vulneráveis em função dos efeitos da sedação.
A Lei entra em vigor no estado de São Paulo após casos de abuso sexual serem denunciados por pacientes e flagrados por outros profissionais, como no caso do médico anestesista, que foi preso em 2023 no Rio de Janeiro.




