
O brasileiro mudou seu estilo de vida nas
últimas décadas e isso pode trazer impactos para a saúde e o bem-estar da
população. Isso é o que afirmou o educador físico Márcio Atalla, na I Conferência Aché e Geriatria Juntos Pela
Longevidade, que ocorreu em 25 e 26 de novembro, em Campinas (SP), com chancela
da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). “É possível que
tenhamos a primeira geração que viverá menos que seus pais”, alerta Atalla.
Segundo o especialista, o estilo de vida é
determinado pelo que uma pessoa faz na maior parte dos dias – e a conclusão é
que o brasileiro está cada vez mais sedentário. “Em 1989, as pessoas andavam
cerca de dez mil passos diariamente e tinham uma alimentação 70% in natura.
Atualmente, elas caminham muito menos e têm 70% da alimentação baseada em
produtos industrializados. O brasileiro deixou de gastar 350 calorias por dia,
isso é cerca de uma hora na esteira da academia”, explica o especialista.




