O teto de faturamento do Simples Nacional e do MEI está congelado há quase uma década – uma estagnação que, segundo o SIMPI Nacional, associação civil da Assimpi (Associação Nacional dos SIMPIs), está sufocando a capacidade de crescimento dos MEIs, micro e pequenas empresas brasileiras.
Para a entidade, é urgente que o Congresso Nacional aprove o reajuste dos limites, especialmente frente à inflação acumulada e à realidade econômica do setor.
Hoje, o limite para permanência no Simples é de R$ 4,8 milhões anuais, enquanto o teto do MEI permanece em R$ 81 mil.
“Esses valores são absolutamente defasados. A inflação dos últimos oito anos já corroeu boa parte da margem de operação dessas empresas, que agora são punidas por crescer”, afirma Joseph Couri, presidente do SIMPI Nacional.




