
O sistema de saúde em Minas respira por aparelhos.Com o atraso de R$ 1 bilhão no repasse do Estado a 320 hospitais filantrópicos, as Santas Casas mineiras decidem em 3 de agosto se restringem o atendimento ao SUS, inclusive na urgência e emergência.
O cálculo da dívida é da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas), que aponta que o Estado deve R$ 5,5 bilhões à saúde em geral em Minas. O governo diz não ter contabilizado o tamanho do rombo.
“A Lei 8.666, das Licitações, prevê a interrupção no fornecimento dos serviços em caso de atraso superior a 90 dias no pagamento. Em alguns programas, o repasse não é realizado desde 2015”, afirma a presidente da Federassantas, Kátia Rocha.




