
Predominantemente focada às exportações, a indústria coureira do Brasil inicia 2016 com boas expectativas. Para o setor, o ano deve marcar a retomada do ritmo de vendas para o exterior.
Em 2015, apesar da queda de 23,2% nas exportações em relação a 2014 (no ano passado exportou-se US$ 2,2 bilhões, enquanto que no ano anterior foram mais de US$ 2,9 bilhões), o segmento registrou aumento no valor gerado, em reais, pelas remessas de couros e peles para o estrangeiro.
No período, quando convertido para a moeda brasileira, os fornecedores ampliaram em 8,7% o montante originado pelas exportações. “A alta do dólar favorece, ainda que o mercado internacional esteja em baixa”, comenta o presidente executivo do CICB (Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil), José Fernando Bello. “Para este ano, com o dólar se mantendo valorizado, prevemos bom desempenho da indústria de couros e peles brasileira”, registra.




