
Nos últimos anos, as transformações nas tecnologias informacionais e de comunicação vêm transformando todas as relações que temos com nossos empregos. A forma como interagimos com os funcionários, como medimos a eficácia dos processos e como mensuramos os resultados obtidos já podem ser feitas de maneira digital sem grandes esforços através de plataformas online e conectadas em rede.
O resultado dessas mudanças tem se mostrado através da transição para uma postura mais colaborativa e que preza pela confiança no trabalhador. Algo muito diferente da postura paternalista observada nos modelos de negócio mais antigos, que prezava pelo controle de todos os processos realizados pelos funcionários e que não possibilitava a inovação e o crescimento individual.
Os novos modelos de negócio têm optado, claramente, por investirem na otimização de processos. O que isso significa? Que o importante não é mais ter um trabalhador preso a uma cadeira por 8 horas seguidas, mas sim a qualidade das horas trabalhadas, ou seja, o foco passa a estar na eficiência desse trabalho. Seja se foram trabalhadas 8 horas, seja se foram 5. E a jornada de trabalho flexível é apenas o exemplo mais gritante dessa mudança de perspectiva nas relações trabalhistas do século XXI.




