O interesse imediato do GAECO – Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado – do Ministério Público de Franca demonstra o quão grave e profundas são as denúncias formuladas em depoimento oficial à Câmara de Vereadores pela engenheira da Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Franca, Aline Salomão Silva Maia, quanto à uma suposta participação do prefeito Gilson de Souza (DEM) e assessores mais próximos, num esquema para atropelar a legislação federal e municipal e beneficiar a Construtora Pacaembu, de Ribeirão Preto, e que recentemente lançou um loteamento em Franca.
O GAECO deu início a uma investigação baseado no depoimento da engenheira à CEI da Câmara de Vereadores de Franca que investiga suposto crime de responsabilidade e improbidade administrativa provocada pelo Prefeito Gilson de Souza.
O depoimento surpreendente da engenheira registra nomes, tem endereço certo (o Gabinete e o próprio prefeito Gilson) e se reforça com a afirmação de que há áudios gravados com conversas que confirmam a suposta intenção criminosa.
O fato de as suspeitas e denúncias terem ultrapassado as simples declarações verbais, chegando à existência de supostas provas concretas, é motivação mais que suficientes para que os promotores do GAECO se envolvam na investigação, antes mesmo que a Câmara de Vereadores conclua seus trabalhos.




