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Shein: gigante de roupas vai abrir 2 mil fábricas e gerar 100 mil empregos no Brasil

Trocar a fabricação do exterior para o mercado brasileiro era algo que já vinha sendo estudado pela marca de roupas.

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A gigante chinesa de roupas Shein anunciou parceria com o governo brasileiro para abrir duas mil fábricas, gerar 100 mil empregos e produzir roupas no Brasil. É um projeto piloto que deverá ser expandido por várias regiões do país, iniciando pelo Nordeste.

O investimento anunciado é de 150 milhões de dólares (próximo de R$ 750 milhões) em todo o mercado brasileiro. A iniciativa vai começar por Natal (RN), numa parceria com a fábrica da Coteminas em Macaíba.

De início, as primeiras peças produzidas no território nacional serão jeans, brim e malhas de algodão. O anúncio foi feito depois de uma reunião com representantes da marca, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra.

Compromisso com o Brasil

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Trocar a fabricação do exterior para o mercado brasileiro era algo que já vinha sendo estudado pela marca de roupas.

“Dois meses atrás, estabelecemos um compromisso com o Brasil, de trocar a fabricação para o mercado brasileiro, abrir duas mil fábricas e gerar 100 mil empregos”, disse Marcelo Claure, presidente do Conselho da Shein na América Latina.

A variedade inicial de produção da fábrica busca atender as demandas do mercado interno, e a longo prazo pode tornar o país um exportador competitivo.

O projeto piloto no Rio Grande do Norte não é à toa, o local é um grande produtor têxtil e tem programa de incentivos fiscais na região.

Investimentos

Além do impacto positivo no mercado de trabalho da região, a parceria entre o Governo Federal, Rio Grande do Norte e a Shein, pode promover a industrialização nacional.

Segundo o portal Só Notícia Boa, o presidente da Fiesp, Josué Alencar, também participou do encontro e disse ver com bons olhos a movimentação da Shein para produção de roupas no Brasil.

“Os cálculos iniciais de custos que fizemos apontam que os produtos serão muito competitivos. Acreditamos também na qualidade, graças à mão de obra qualificada que temos no Rio Grande do Norte.