Centrais sindicais aceitam negociar uma reforma na Previdência, desde que ela afete somente novos trabalhadores e que isenções fiscais para empresários sejam reduzidas.
Nesta segunda-feira, a cúpula do governo de Michel Temer se reuniu com representantes de quatro das seis maiores centrais sindicais: Força Sindical, UGT, CSB e Nova Central. CUT e CTB, centrais historicamente ligadas ao PT e ao PCdoB, respectivamente, recusaram-se a participar da reunião.
Na reunião, Temer indicou que pretende enviar uma proposta fechada de reforma previdenciária ao Congresso Nacional ainda no primeiro semestre e que quer torná-la um dos eventuais legados de sua passagem pelo Palácio do Planalto.
No encontro, disse que o governo federal não fará nada sem conversar com as entidades sindicais e que não pretende mexer em direitos adquiridos. Ele chegou a se queixar das pressões a seu governo interino.




