
Além de ameaçar o coração com o aumento da pressão arterial, a Síndrome de Burnout — a síndrome do esgotamento físico e mental causada pelo trabalho — favoreceria o surgimento da fibrilação atrial, que é o tipo mais comum de arritmia.
Foi o que concluiu estudo conduzido por diversas instituições americanas e publicado no periódico científico da Sociedade Europeia de Cardiologia.
Os cientistas acompanharam 11 445 indivíduos por aproximadamente 25 anos. Ao longo desse período, examinaram os níveis de exaustão, raiva e apoio social.




