Se houver um relaxamento absoluto das medidas que restringem a mobilidade de pessoas, o Brasil poderá enfrentar uma terceira onda de covid-19 a partir de julho, com mais de 4.200 mortes por dia no pico.
A projeção é do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.
O pior cenário calculado pelos pesquisadores mostra uma subida da curva de novas infecções ainda em maio, chegando a um pico na metade de junho.
As mortes, então, atingiram um patamar nunca antes visto a partir de julho, de acordo com os gráficos, totalizando 688 mil em 1º de agosto.




