Os presídios estaduais de São Paulo mantinham, no fim de agosto deste ano, 3.110 mulheres presas provisoriamente grávidas ou mães de crianças de até 12 anos ou de pessoas com deficiência.
É o que aponta dado do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), do Ministério da Segurança Pública.
Habeas corpus coletivo concedido pela Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) em fevereiro deste ano dá o direito a essas mulheres obterem a transferência para a prisão domiciliar. A decisão estipulou um prazo de 60 dias para o cumprimento dessa decisão.
Em todo o país, 14.750 mulheres se encontram nessa situação.




