O trabalho para que a terra
forneça uma alta produtividade de alimentos exige tecnologias que não estão
propriamente no chão. O agronegócio também conta com avanços na aeronáutica. Na
Agrishow, que termina nesta sexta-feira, 04 de maio, em Ribeirão Preto, eles
estão presentes em veículos que vão desde drones a aviões agrícolas e
executivos.
Com cinco metros de diâmetro, o superdrone lançado pela
empresa Eleva não faz demonstrações de voo na feira, mas impressiona pelo
tamanho, mesmo parado no estande. Segundo Luciano Castro, diretor da empresa,
os estudos para o desenvolvimento do aparelho não encontraram modelos similares
no mundo.
O Eleva Spray 150, apelidado de superdrone, tem capacidade
para carregar 80 quilos de insumos para pulverização, contra 15 quilos dos
concorrentes. Ele deve chegar ao mercado no valor de R$ 400 mil.
Outros diferenciais, segundo ele, são a origem da
energia para funcionamento e a capacidade de fazer aplicações à noite, enquanto
os aviões agrícolas só operam durante o dia. Se os drones convencionais são
impulsionados por bateria, o superdrone leva gasolina.




