
As incertezas quanto aos desdobramentos da pandemia do novo coronavírus no País têm feito boa parte do empresariado congelar investimentos, mas um segmento em particular não deve recuar nas inaugurações e contratações previstas até o fim do ano: o de supermercados.
Por prestarem um serviço considerado essencial, os supermercados tiveram a vantagem de permanecerem abertos durante a quarentena e também foram beneficiados pelo auxílio emergencial de R$ 600 para desempregados e trabalhadores informais de baixa renda, cujo destino principal foi a compra de alimentos, artigos de higiene e medicamentos.
Por causa da pandemia, as vendas do varejo caíram 2,8% em março e 16,3% em abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio, houve recuperação de 13,9%, insuficiente para repor as perdas, mas impulsionada, em boa parte, pelas vendas feitas em supermercados, que cresceram 14,3% naquele mês.




