
Um dos principais impactos causados pela pandemia da COVID-19 foi na área da Educação. Ao redor do mundo, milhares de escolas fecharam e grande parte das crianças e dos adolescentes ficou sem aulas no ano de 2020. Na tentativa de mitigar os efeitos na aprendizagem, as Prefeituras paulistas (exceto a da Capital) despenderam, em janeiro, mais de R$ 118 mil.
Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) mostra que 80,75% dos municípios já dispõem de plano de retomada do ensino in loco e 81,83% das Secretarias Municipais de Educação elaboraram planos de enfrentamento à COVID-19.
Enquanto a volta às salas de aula não se concretiza, 91,30% das 644 Administrações fiscalizadas pelo TCESP afirmaram que adotaram medidas alternativas para substituir as atividades presenciais. O meio mais utilizado tem sido material impresso (43,90%), seguido pelas aulas on-line (34,76%). Ao todo, 65,06% da rede municipal de ensino paralisou completamente as aulas presenciais em janeiro e 4,35% realizou suspensão parcial.
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