A memorização é um dos pilares do estudo, mas trata-se de um caminho bem mais complexo do que apenas gravar informações aos montes (Foto Arquivo)
Nas últimas semanas de estudos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o senso de urgência pode levar o aluno a adotar estratégias que mais prejudicam do que ajudam, como a popular “decoreba”.
A memorização é um dos pilares do estudo, mas trata-se de um caminho bem mais complexo do que apenas gravar informações aos montes.
Especialistas explicam como esse processo acontece no cérebro e em quais situações é válido decorar um conteúdo para a prova – e também quando evitar.




